28.10.08

Interioridade

E não é que quanto mais eu quero saír do Credo, mais o dito parece cercar-me?


Não, aqui não é o meu lugar. Isto só pode querer dizer uma coisa: que tenho que me tornar uma mulher (ainda) mais forte, mais determinada, mais consciente das minhas escolhas. Então que seja...


Foto de Antero de Alda, fotógrafo da interioridade e da condição feminina

A estas senhoras, como a tantas outras, conterrâneas e contemporâneas das gerações de mulheres que me antecederam, gostava de poder dar um sol que as aquecesse permanentemente, uma família que as amasse, consciência dos seus direitos e liberdade de espírito (e uma religião sem culpabilizações), comida na mesa e assistência médica de qualidade. E, já agora, roupa colorida, música alegre e uns abraços à maneira, assim daqueles que aconchegam a alma.

Música... devia haver música, alegria, optimismo. Sim, sou um pouquinho louca, já sei! Mas preciso de vida, muita vida à minha volta. Quero luz, quero conhecimento, quero crescer. Acreditar no Ser Humano, ser mais e mais positiva, ganhar o Mundo.

1 comentários:

Sofia disse...

E por este Portugal fora existem tantas mulheres vestidas de preto e lenço na cabeça :(

Realmente, havia de haver cor e vida e alegria nos corações de todos nós!

Bom trabalho :D