29.5.08

À espera do Verão...


Da luz que invade os dias. Do mar, da brisa suave, das longas noites amenas. Do calor acariciando-me a pele. De ti.

25.5.08

Só uma coisinha...

Ora cá está a razão das minhas ausências... e da falta de motivação para fazer posts em que use mais de 5 neurónios.

Era isso. Obrigada e boa noite.

Imagem rapinada daqui

18.5.08

Pronto, pronto...

Para animar os Macacos deste mundo (e não só!), cá vai um prémio de consolação:

Imagem daqui

Taça mailinda


Parabéns à equipa do meu coração, ao tio Bento e aos maravilhosos adeptos que encheram o Jamor. Viva a dobradinha e a 15ª Taça de Portugal, que já cá canta!

Esta é a equipa que, além de ter as adeptas mais giras, dá a Portugal os melhores jogadores, os que mais orgulho trazem a todos nós.

Ah, e eu gosto do ti Bento, mesmo com o risquinho no cabelo e o discurso meio à grunho.


Nota de redacção: Vá lá Ju e Leonor, não fiquem chateadas que eu nem estou a falar de mim! :)

16.5.08

Um e-mail que recebi hoje

AS FASES DO ENSINO EM PORTUGAL


1ª FASE
(antes de 1974)
O aluno ao matricular-se ficava automaticamente chumbado. Teria de provar o contrário ao professor…


2ª FASE
(até 1992)
O aluno ao matricular-se arriscava-se a passar…


3ª FASE
(actual)
O aluno ao matricular-se já transitou automaticamente de ano, salvo casos muito excepcionais e devidamente documentados pelo professor, que terá de incluir no processo, obrigatoriamente um "curriculum vitae" extremamente detalhado do aluno e nalguns casos da própria família…


4ª FASE
(em vigor a partir de 2007)
O professor está proibido de chumbar o aluno; nesta fase quem é avaliado é o próprio professor, pelo aluno e respectiva família, correndo o risco quase certo de chumbar...


Apetece-me acrescentar uma… 5ª FASE

Os alunos que saibam escrever o seu nome sem erros, nem precisam matricular-se. Têm acesso directo ao Conselho de Ministros como consultores privados do Primeiro Ministro, equiparados a Chefe de Gabinete, com direito a subsídio de almoço, carro e telefone. E, caso queiram, título de “Senhor Engenheiro”.

Nota de Redacção: Depois de trabalhar com turmas de percursos alternativos, e que a nova legislação das necessidades educativas especiais fomenta fortemente, começo a dar (ainda mais!) razão aos professores...; Imagem da Escola EB1 de Parada de Ester

Parabéns querido amigo Lolas


Aiiii que fiquei tão contentinha por ti!

Nota de Redacção: Quando os amigos são promovidos, aumentam as hipóteses destes virem a pagar-nos uma mariscada ou assim! Vá, um copo :)

14.5.08

1449 cêntimos o litro?


Já ando é a pensar no nome que lhe hei-de dar...

12.5.08

Sporting em 2º


Que remédio, ora pois... Se não fosse o FCP, este campeonato até tinha sido verdadeiramente emocionante! Mas pronto, para o ano há mais...

6.5.08

OK, então as próximas férias estão decididas!

You Should Date A Swede!




You're a romantic, albeit an understated and practical one.

It's more about a steady partnership for you, not unrestrained falling

Your Swede will give you the unwavering love you crave

While making up some mean pancakes and meatballs on the side!


Which Foreign Guy Should You Date?


Nota de Redacção: Hum, bem que eu sempre preferi os louros...

5.5.08

Coisas (giras) da escola

Ou como transformar um dia de cão num dia bonzinho


Ando cheia de trabalho (sim, daí a ausência!) e ainda estou em formação aos sábados, o que acrescido da minha incapacidade em deitar-me cedo, faz com que o cansaço (e o stress, por quem sois!) se esteja a acumular gradualmente. O tempo que disponho para mim e para as minhas coisas é escasso, e o que me vai valendo é gostar mesmo, mas mesmo, do que faço.

Pá, mas a maltinha ajuda! Posso aqui dizer que, embora não seja professora e trabalhe em condições mais facilitadas e com crianças especiais, estes dão-me muitas alegrias.

Um exemplo disso ocorreu hoje na sala de informática, enquanto monitorizava um grupo desses meninos especiais a pedido do professor de apoio, os quais conheço vai para três anos (dão uma pulada!).

Episódio 1:
Celeste: " -blá, blá, não sei queridinho..."
F.: " -Que sorte, ó Z., a stora até já te chama queridinho e tudo!"
Z.: " -Oh, sempre chamou. Já antes chamava. - referindo-se a quando o conheci, ainda na escola do 1º ciclo, quando fazia um estágio profissonal noutra instituição.
F.: " -Poça... a minha mãe, que é minha mãe, nunca me falou assim. Quando me chama é sempre a berrar, óóóó FFFFFF! Nunca me chama assim. - e o F. evidencia uma cara de verdadeiro espanto. Faço o apontamento mental de o tratar com carinho, agora que ele está mais extrovertido e que iremos trabalhar juntos.

Até à data, nunca trabalhei directamente com esta criança, mas conheço bem a sua história. Dela só posso dizer que seria digna de um noticiário em horário nobre, tal como (estou certa!) muitas outras neste país. O seu reparo deixa-me um sabor agre-e-doce na alma. Se, por um lado, a falta de afecto assim verbalizada não deixa de impressionar, mesmo a mim, que conheço as suas (sobre)vivências, revela igualmente a importância que pode ter uma palavra, uma atenção especial para esta criança. O quanto estará nas minhas mãos fazê-la sentir-se respeitada e amada, no sentido biblico da palavra. A verdade é que nós, educadores, podemos literalmente, mudar vidas.

Episódio 2:
Z.: " -Ó stora, você é a mais bonita cá da escola. Não é F., a stora é a mais bonita da escola!"
F.: " -É, é a mais bonita!"
Celeste: " -Oh... também é uma escola pequena, é por isso!" - ligeiramente embaraçada mas feliz (yéééé!). É humano, ora essa!
Z.: " -Pequeeeena?! Uiiii!!! Não é nadaaaa pequena!"
F.: " -Não é nada, é grande." - tadinhas destas alminhas, cujo mundo se restringe a uns meros 30 km quadrados. E, no caso do Z., à escola e a 15 ovelhas.



Acredito nos miúdos e na nova geração. E esta música aqui ao lado representa bem essa minha num novo mundo e nova nova era, uma era de amor, respeito, igualdade e fraternidade. E, se eu puder contibuir um bocadinho para isso, serei uma pessoa muito mais feliz.